sábado, 12 de março de 2011

Uma bela série fotográfica: Downtown From Behind

   Alguns podem dizer que tirar fotos é fácil, mas apenas pessoas com muito talento consegue produzir belas fotografias. Uma dessas pessoas é a australiana Bridget Fleming, que se mudou para os Estados Unidos e começou um projeto chamado “Downtown From Behind”. Esta bela série fotográfica consiste em capturar diversas essências da cidade de Nova Iorque mostrando por trás algumas pessoas em suas bicicletas. A ideia do projeto é mostrar cerca de 200 ruas, avenidas e vielas da cidade.

Uma bela série fotográfica: Downtown From Behind Uma bela série fotográfica: Downtown From Behind
Uma bela série fotográfica: Downtown From Behind
Uma bela série fotográfica: Downtown From Behind
Uma bela série fotográfica: Downtown From Behind
Uma bela série fotográfica: Downtown From Behind
Uma bela série fotográfica: Downtown From Behind
Uma bela série fotográfica: Downtown From Behind
Uma bela série fotográfica: Downtown From Behind
Uma bela série fotográfica: Downtown From Behind
Uma bela série fotográfica: Downtown From Behind

Veja mais fotos do projeto Downtown From Behind.

Fonte: muitolegal


 

The Fastest Electric Bike: The Blacktrail

Before your eyes, PG Bikes has unveiled the fastest electric bike the market has to offer, the new Blacktrail. At a weight of 44 pounds, the E-bike hits maximum speeds between 25 and 65mph. The Blacktrail incorporates a special kind of movement, a carbon fiber electric bike. High-quality materials like carbon fiber, high alloy aluminum and leather are combined and are presented in an extravagant design. The e-bike has sufficient reserves of power to move through the city or country fast and with little effort. On top the Blacktrain is a stylish eye-catcher, because of the avant-garde design the bike is the roadster  between all two-wheelers and there are only 667 of these exquisite bikes in the world.


http://knstrct.com/
 [EU QUEEEEEROOOOOO!!!!!]


quinta-feira, 10 de março de 2011

"Não existe acolhimento ao ciclista"

 
Adriano Rech Broilo,
presidente da Associação Caxiense de Ciclismo (Acaci)

 
Mirante: Como é a relação entre ciclistas e motoristas caxienses?
Adriano Rech Broilo: Não existe. O maior enxota o menor. O ciclista se sente um estorvo, é sujeito a qualquer momento de ser jogado para fora. É uma questão cultural. O automóvel é visto como elemento de ascensão social. Com o motorista, é muito pouco explorada essa convivência com a bicicleta. A própria legislação de trânsito, por exemplo: os sinais para os ciclistas são muito poucos. O próprio Código (de Trânsito Brasileiro): o assunto não foi tocado por se acreditar que não é uma demanda da sociedade, ou é uma demanda de uma minoria. Não existe acolhimento (ao ciclista), não existe convite. O maior exemplo é a universidade (UCS), tem muitos espaços em que a bicicleta é proibida.

Mirante: A engenharia do trânsito na cidade leva em conta os ciclistas?

Adriano: As cidades são feitas para acolher o veículo, para serem mais rápidas, mais ágeis. Só se fala em aumentar o fluxo, em aumentar velocidade. Para mudar essa percepção, seria necessário preparar as cidades para se andar de bicicleta, para se andar pé. Isto é, com ênfase para ciclovias, para aumentar calçadas. Quanto abriram a (Avenida) Júlio (de Castilhos), o recado dado foi a preferência ao veículo. Na concepção dos projetos, não é considerado o ciclismo no sistema viário, que é projetado exclusivamente para veículos. O ciclista já nasce excluído. Bicicleta não tem espaço. Na frente da Catedral, ali foi um grande estacionamento de bicicletas décadas atrás, por causa da Eberle. Isso depois se perdeu.

Mirante: De que maneira pode se estimular o ciclismo em Caxias?

Adriano: Tem de pensar na base. Poderia começar pela escola. O aluno que recebe educação para o trânsito recebe um certificado. A escola precisaria ter bicicletário, a via precisaria estar sinalizada com ciclovia ou ciclofaixa. Dizer que a geografia aqui em Caxias não favorece não é uma verdade. É uma maneira de esfriar a discussão.

Mirante: Que tipos de cuidados devem ser recomendados ao ciclista caxiense?

Adriano: Comportar-se observando a legislação de trânsito, usar equipamentos de segurança, evitar andar em calçadas, usar roupas vistosas.

Mirante: Numa escala de zero a 10, qual o grau de risco para o ciclista caxiense?

Adriano: Dez. A legislação prevê que o automóvel deve passar a 1,5 metro da bicicleta e reduzir a velocidade. Isso não existe em Caxias, raramente é informado nos cursos de formação. Por isso o risco é alto.

Adriano Broiolo, em entrevista a Ciro Fabres


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[Adriano Broilo foi perfeito. Sem sensacionalismo, só a verdade. Que muitos o ouçam! Nós, ciclistas, estamos precisando!]

 

terça-feira, 8 de março de 2011

Caça ao ciclista em Mato Perso

Vejam o relato que chegou ao meu e-mail... esse tipo de coisa não aconteceu comigo mas, por exemplo, ontem, estava pedalando com a Luciana, minha esposa, e um maldito motorista da VISATE nos cortou, quase batendo na Luciana... (infelizmente, é grande o número de motoristas da Viação Santa Teresa (VISATE) que não tem respeito por nós, ciclistas. É FATO, não estou inventando...) tenho certeza que este senhor não tem a mínima condição de estar na rua, dirigindo ou mesmo a pé, pois trata-se de um infeliz que não tem respeito á vida alheia...
A minha sugestão é que comecemos a fotografar estes imbecis, pois só reclamar não adianta. Segue o relato:

Gostaria de colocar um aviso a todos, se puder repassar.
Na estrada de Mato Perso , tem uma S10 prata cabine dupla e um 608 Azul que gostam de quebrar o espelho nos ciclistas e também andam na contra mão no sentido contrário para intimidar os ciclistas. Enquanto os motoristas não forem localizados , temos que nos cuidar redobrado, pois são jovens e delinqüentes. Estas pessoas consideram, segundo comentários do posto de combustível de Mato Perso , que a estrada e deles e que os ciclistas são de todo o mal da estrada que eles conquistarão. Só que eles não sabem que a estrada vai virar distrito industrial em 5 anos , e que provavelmente terão que montar hotéis, restaurantes e outros tipos de atendimento para o próprio sustento , já que a uva vai ser uma das ultimas possibilidades lucrativas. E o ciclista , medico, dentista, administrador, advogado, mecânico, pedreiro vai ser seus clientes. Infelizmente a ignorância impera no século 21 e temos que conviver.

Obrigado

ATT
Daerton Labatut

Auf Singletrails durchs "andere Ligurien"