sexta-feira, 15 de abril de 2011

Dia internacional do ciclista!!!!! Parabéns pra nós!

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Bicicleta de gelo

Se tem um tipo de arte que me deixa impressionado é escultura de gelo. Fazer uma escultura em pedra ou madeira já é algo super complicado, imagina fazer isso em um material tão frágil quanto o gelo. Qualquer errinho pode estragar o trabalho todo.

O que dizer então desta bicicleta de gelo? Fiquei de queixo caído com todos os detalhes criados pelo escultor.

 



quinta-feira, 14 de abril de 2011

Dicas – Por que ocupar a faixa

Mantendo a extrema direita, os carros forçam passagem e põe o ciclista em risco. Ocupando um espaço maior da pista, eles são obrigados a aguardar o momento certo e ultrapassar com segurança
Pouco compreendida pelos motoristas e mesmo por muitos ciclistas, essa prática pode evitar muitos acidentes, mesmo com os motoristas mais apressados e irresponsáveis. Nosso instinto de sobrevivência nos faz pedalar mais à direita da via, para liberarmos espaço para os carros e evitar que eles nos pressionem, mas com isso acabamos obtendo o resultado exatamente oposto: liberamos espaço para que eles nos pressionem.

Ao pedalarmos muito à direita da via, quase dentro da sarjeta (e ás vezes até dentro dela), o espaço que sobra na pista não é suficiente para fazer uma ultrapassagem segura. Mas os motoristas não percebem isso, a impressão que lhes dá é que o espaço não é o ideal mas “dá pra passar”. É fato que pouquíssimos dão a distância de um metro e meio necessária para a ultrapassagem segura: muitos vão passar entre você e o carro do lado e entre esses vários vão passar muito rente a você, com o risco de esbarrar no seu guidão ou até de te derrubar só com o susto (sim, acontece!).

E o carro que forçar essa passagem geralmente vai dar mais distância do carro que está à esquerda do que de você à direita, por dois motivos principais:

- Visão: ele tem visão melhor do que está do lado dele, por isso tem uma noção melhor de espaço e consegue evitar melhor uma proximidade com risco de colisão.

- Sensação de perigo: o carro do lado dele desperta alguma sensação de perigo, principalmente se for um carro grande, o que o influencia inconscientemente a manter uma distância maior. Já o ciclista não desperta essa sensação na maioria dos motoristas, por seu tamanho menor.

Se você ocupar uma porção razoável da pista, o motorista vai ter que colocar pelo menos duas rodas na pista do lado (ou contrária) para poder te ultrapassar, o que significa que ele não vai tentar passar entre você e outro carro. Vai fazer uma ultrapassagem mais segura, porque não haverá veículo que limite seu desvio à esquerda e ele se afastará mais.

Além de forçar os carros a ultrapassar com segurança, passando para outra pista, também dá espaço adicional para fugir de fechadas. Ilustro essa vantagem com um exemplo que para nós, ciclistas, infelizmente é corriqueiro: um ônibus te ultrapassa e, em vez de manter a linha reta, vai avançando para a direita conforme aquelas toneladas de metal passam do seu lado, jogando você para a calçada. Se você deixou essa margem de segurança à sua direita, consegue fazer o movimento acompanhando o ônibus para fugir dele; se não deixou espaço, corre o sério risco de se estatelar na calçada ou acabar prensado em um carro estacionado.

Com a bicicleta muito rente à margem direita da pista, não há espaço de fuga. Mantendo a linha do 1/3, você mantém espaço para fugir do homicida.
Há mais uma vantagem em andar ocupando melhor a pista. Em ruas onde há carros estacionados, se em vez de andar rente a eles você se afastar mais, terá uma distância suficiente para não levar portadas dos carros parados. Eu já levei uma portada e, acredite, não é nada agradável. Se eu não mantivesse essa distância, já teria levado várias outras. A quantidade de pessoas que abre a porta sem olhar é assustadora. Muitos olham e procuram um veículo grande ou um farol potente e acabam abrindo a porta sem ver uma frágil bicicleta (um motivo para usar aquela lanterna branca piscando na frente da bicicleta quando sair à noite). O maior risco de bater numa porta abrindo não é nem a colisão e nem a queda: é cair no meio da pista e um carro passar em cima de você. O risco não é pequeno, pois se você bater a ponta do guidão na porta, ele vai virar bruscamente para a direita e você vai voar para a esquerda, por cima do guidão.

Além de não ser prensado contra os carros parados, você evita as portadas.
Andar na linha do 1/3 da faixa é a melhor solução, porque é menos antipático do que andar exatamente no meio da pista. No meio da pista vão pensar “olha que folgado, acha que a rua é dele”, já no 1/3 vão pensar “pô, podia ir mais pra lá, né?”. Andar bem no meio da pista irrita alguns motoristas, que verão você como um folgado que está tirando o “direito” deles. Alguns desses vão te fechar após a ultrapassagem. Andar na linha do 1/3 faz eles pensarem que você está desviando de alguma coisa, que não está mantendo uma linha reta, que não sabe pedalar direito, qualquer coisa, mas não que você está ofendendo o direito deles (alguns até vão, tem gente de todo tipo, mas serão menos).

Experimente adotar essa técnica no seu próximo trajeto e você verá que os carros podem até se irritar em alguns casos, mas passarão mais longe de você. As “finas” serão bem menos freqüentes. Se alguém buzinar atrás de você, o que é bem menos comum do que você pode imaginar, faça um sinal pedindo para o motorista esperar e continue no seu espaço: ele vai desistir da espera e vai te ultrapassar, dando mais distância do que se tivesse forçado a passagem. Seu risco será bem menor.

Mas seja simpático: quando estiver em uma rua onde há muitos carros estacionados, quando aparecer um respiro maior sem nenhum veículo ou caçamba parados, vá para a direita e deixe os mais estressados te ultrapassarem. Depois mais adiante sinalize e volte, com cuidado para não voltar quando um apressado estiver querendo passar.

E o que o Código de Trânsito diz sobre essa prática? Estou infringindo alguma lei? O CTB diz que devemos utilizar o “bordo”, definindo-o apenas como “margem da pista” sem dizer até onde vai essa margem. Portanto, não estamos infringindo nenhuma lei de trânsito. É importante considerarmos como bordo o espaço suficiente para que tenhamos segurança na condução de nosso veículo.

Por Willian Cruz

[Em tempo: "o ciclista deve manter uma distância de no mínimo um metro da guia, ou da borda". Tá no Código. Portanto, praticamente a distância sugerida no texto...]

 

Vá de Bike é eleito o melhor blog em português no The BOBs

Depois de três semanas, encerrou-se a votação no Deutsche Welle Blog Awards – The BOBs. E o Vá de Bike terminou em primeiro lugar na categoria em que concorria, Best Blog Portuguese (Melhor Blog em Português), com a expressiva marca de 35% dos votos.

Mais que um prêmio, reconhecimento do público

Embora o Vá de Bike tenha liderado na categoria desde os primeiros dias, em diversos momentos tive minhas dúvidas de que o site fosse ganhar.
Não pela qualidade dos textos, pela adequação do conteúdo ao tema proposto, pela pertinência dos assuntos e pela qualidade da informação. Duvidei porque uma eleição por votação popular acaba por premiar o site que tem a comunidade mais ativa, não necessariamente o melhor entre os indicados.
Pedi por votos aqui, no Twitter, no Facebook, em listas e fóruns. Mas comecei a me achar um chato por fazer isso, me senti meio spammer. E não estava dando resultado. Compartilhei essa minha frustração na lista da Bicicletada de São Paulo e a partir de então comecei a receber várias manifestações de apoio.
Foi então que me surpreendi e percebi que o site é muito mais querido por seus leitores do que eu poderia imaginar. A repercussão nas mídias sociais foi enorme. As pessoas não só votaram, mas divulgaram. E muito!
Teve gente tuitando todos os dias, postando no Facebook, divulgando em blogs, listas de discussão e fóruns. Teve até quem tenha feito campanha por e-mail, como o leitor Lucio Flausino Dias Junior. Diversos sites divulgaram, como o Fixa Sampa, o Outras Vias e o Apocalipse Motorizado – este, vencedor do prêmio do júri em 2006.

Mudanças

Essa “campanha” me fez perceber que o site vinha sendo uma via de mão única, quando poderia ser de mão dupla. “O site é de todos, compartilhe”, é uma das lições que fica. Por ter entendido isso, venho gradualmente aumentando a interatividade com vocês.
Principalmente com a nova seção Espaço do Leitor, onde publico comentários e e-mails que recebo e que rendem uma boa discussão, ou que podem servir para ajudar um leitor em alguma situação específica. Pretendo interagir cada vez mais com vocês, sem entretanto perder a característica informativa, tradicional do site.

E Agora? Vai pra Alemanha?

Não, não vou para a Alemanha. Também não vou receber “um milhão em barras de ouro, que valem mais do que dinheiro”. Tampouco um prêmio físico, como uma estatueta ou troféu. Nesse ano não há nada disso na categoria em que participei, apenas esse selinho aqui do lado.
E nem é preciso. Os cicloturistas que me lêem certamente concordam que a frase “a viagem é mais importante que a chegada” é mais do que verdadeira. E ela se aplica perfeitamente a esse contexto: ter recebido tantas manifestações de apoio durante essa votação valeu mais do que qualquer troféu.
O trabalho que realizo aqui no site e também no Twitter é feito no escasso tempo que me sobra entre trabalho (que me consome muito, muito tempo mesmo), família, amigos e tudo o mais. Semana passada um amigo me perguntou como consigo tempo para tudo isso e ainda participar – ok, eventualmente, admito – de Bicicletadas e outras ações e manifestações. Eu não sei. Só sei que não consigo fazer tudo que eu gostaria. Queria fazer mais.
É por isso que o reconhecimento desse trabalho, que recebi através de tantos votos e dedicação dos amigos e leitores, é tão importante. Até hoje não ganhei nem um centavo com esse site, pois não foi com esse objetivo que o criei. Criei para ajudar quem está começando, incentivar quem ainda pensa no assunto, informar, estimular discussões e convidar a participar de ações que podem, aos poucos, mudar nossas cidades e quem sabe o mundo.
Por tudo isso, muito obrigado. Vocês me estimulam a continuar esse trabalho que já venho fazendo há tantos anos.
Meu prêmio eu já recebi.

Por Willian Cruz

indicação da Déubra

[que maravilha! um dia, todos vão entender porque amamos a bike! transporte limpo e diversão garantida!]

 

terça-feira, 12 de abril de 2011

Cambio electrónico Mtb; XTR Di2


Esta es la idea que ha puesto en marcha, se trata de un shimano Di2 Electrónico adaptado a una bicicleta de montaña, concretamente a una Niner.


Kristin Armstrong es una contrarelojista profesional retirada, que tras dejar de lado su bicicleta equipada con el Shimano Di2, decidió sacarle partido y montar un cambio electrónico en una bicicleta de montaña. Para este proyecto necesitó la ayuda de varias personas entre las que se encontraba su marido, un ingeniero mecánico, un mecánico profesional de una tienda de bicicletas local y el fabricante de K-Edge Savola a la vez que socio del proyecto. Así nació este cambio electrónico adaptado llamado KI2.

 

El proyecto no es ningún descubrimiento ya que anteriormente Fairwheel ya había logrado hacer algo similar con una titus de 29" en el pasado Interbike, pero la idea de Savola era ir un poco más lejos. Se trataba de ofrecer un kit de cambio electrónico de venta a los consumidores interesados.

 

El precio aun está por determinar, pro ya parece que el sistema está definitivamente rematado. Tras varias pruebas y diferentes prototipos, se ha conseguido que el cambio trasero pueda engranar un piñón de 36 dientes sin mayor dificultad. En lugar de un patrón de cambio secuencial, K-Edge decidió quedarse con una configuración más tradicional. El anclaje al manillar es similar al conocido Matchmaker de Sram, que acopla la maneta de freno con la de cambio dejando una estética del manillar más limpio.


El acabado que se muestra en las fotos es dorado anodizado, pero se podría disponer de un rangio más amplio de colores.





Niner; Edición especial IMBA; los detalles


Hace unos pocos días que se daba a conocer el nuevo proyecto de Niner e IMBA, Unos cuadros y bicicletas de edición muy limitada. Pues bien, ahora Niner da a conocer todos los detalles para su adquisición.
Según cuentan en la nota de prensa de su página oficial de Facebook, únicamente habrá 2 cuadros pequeños, 3 medianos, 3 grandes y un extra grande, además de dos formas de conseguirlos.

 

La primera y más inaccesible para nosotros es acercarse directamente al Sea Otter y asociarse a la fundación IMBA. Por el precio de la suscripción entrarás automáticamente en un sorteo de la bicicleta entera Niner por valor de 5000€.


No se puede hacer a la nutria marina? No en los EE.UU.? No se desespere! Los otros 8 cuadros serán subastados (a partir de 0,99 centavos de dólar!), comenzando en línea el 18 de abril. 100% de los ingresos de estas subastas será donado directamente a IMBA. Mantén tus ojos abiertos para el enlace, que se anunciará en la página de facebook Niner a las 8:30 pm, PST. La subasta tendrá una duración de 10 días y después de eso, no haremos nada más de esta edición limitada disponible.
Estas subastas están abiertas a la mayoría de los países (con algunas excepciones, debido a los transportes individuales o restricciones aduaneras). Los ganadores son responsables de cualesquiera aduanas funciones. Ver las subastas en línea a partir de abril 18 años para completar los detalles de envío.
La segunda opción va referida a los cuadros sueltos. Los 8 cuadros restantes serán subastados (a partir de 0,99 centavos de dólar), comenzando el 18 de abril. El 100% de los ingresos de estas subastas será donado directamente a IMBA.  El enlace se anunciará en la página de facebook Niner a las 8:30 pm (hora local estadounidense) . La subasta tendrá una duración de 10 días. Las subastas están abiertas a la mayoría de los países (con algunas excepciones, debido a los transportes individuales o restricciones aduaneras). Los ganadores son responsables de ls trámites de aduanas. Es importante tener más de 18 años para participar.
¿Alguien se anima?



segunda-feira, 11 de abril de 2011

Luvas & Meias para ciclistas

Andei muito de bike quando era mais novo e há tempos ensaio para voltar aos pedais (Certo, Zé?). De qualquer maneira, curto bastante as duas rodas e sempre posto novidades voltadas para os seres pedalantes; principalmente as que tratam de segurança. E esta sacada da galera mega-criativa da SuckUK é a última delas. Uma dupla de produtos simples, mas absolutamente geniais: meias e luvas com sinais refletivos! O uso é óbvio e bastante útil. As luvas, naturalmente usadas para proteger as mãos de tombos e do frio, possuem setinhas que refletem a luz dos faróis, facilitando a indicação de entrada à esquerda ou à direita. Nas meias a mesma coisa, com a diferença que o desenho é o de uma bike. Basta puxar as meias por cima da calça, como muitos já fazem para evitar sujá-la, e pronto! Dois sinais que brilham, alertando os motoristas incauatos. Cada par custa 15 libras. "Sinalizantemente legaus"!

 
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